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I hope that some readers may possibly be interested in these little tales of the Napoleonic soldiers to the extent of following them up to the springs from which they flow. The age was rich in military material, some of it the most human and the most picturesque that I have ever read. Setting aside historical works or the biograp-hies of the leaders there is a mass of evidence written by the actual fighting men themselves, which describes their feelings and their experiences, stated always from the point of view of the particular branch of the service to which they belonged. The Cavalry were…mehr

Produktbeschreibung
I hope that some readers may possibly be interested in these little tales of the Napoleonic soldiers to the extent of following them up to the springs from which they flow. The age was rich in military material, some of it the most human and the most picturesque that I have ever read. Setting aside historical works or the biograp-hies of the leaders there is a mass of evidence written by the actual fighting men themselves, which describes their feelings and their experiences, stated always from the point of view of the particular branch of the service to which they belonged. The Cavalry were particularly happy in their writers of memoirs. Thus De Rocca in his "Memoires sur la guerre des Francais en Espagne" has given the narrative of a Hussar, while De Naylies in his "Memoires sur la guerre d'Espagne" gives the same campaigns from the point of view of the Dragoon. Then we have the "Souvenirs Militaires du Colonel de Gonneville," which treats a series of wars, including that of Spain, as seen from under the steel-brimmed hair-crested helmet of a Cuirassier. Pre-eminent among all these works, and among all military memoirs, are the famous reminiscences of Marbot, which can be obtained in an English form. Marbot was a Chasseur, so again we obtain the Cavalry point of view. Among other books which help one to an understanding of the Napoleonic soldier I would specially recommend "Les Cahiers du Capitaine Coignet," which treat the wars from the point of view of the private of the Guards, and "Les Memoires du Sergeant Bourgoyne," who was a non-commissioned officer in the same corps. The Journal of Sergeant Fricasse and the Recollections of de Fezenac and of de Segur complete the materials from which I have worked in my endeavour to give a true historical and military atmosphere to an imaginary figure.
Autorenporträt
Nascido em Edimburgo na Escócia a 22 de maio de 1859, Arthur Ignatius Conan Doyle (Sir), foi médico e escritor, bem como poeta, e viria a falecer em Crowborough na Inglaterra a 7 de julho de 1930. Tendo iniciado a prática de medicina sem grande sucesso a título particular, Arthur Conan Doyle iniciou-se na escrita literária no seu consultório médico em Portsmouth (Inglaterra) para onde se havia deslocado depois de uma primeira experiência profissional fracassada em Plymouth (Inglaterra).Tendo iniciado a escrita de histórias ainda estudante, consta que Conan Doyle se dedicou mais acerrimamente à escrita devido a ser pouco procurado por utentes da prática da medicina e, enquanto aguardava largos períodos pelo requerer dos seus serviços médicos, terá passado a dedicar-se à ficção literária ocupando assim o seu tempo. Sem grandes progressos na sua carreira como médico, dedicou-se com afinco ao desporto, tendo jogado futebol, críquete e bólingue, e também golfe. Mais tarde voltou a investir na área da medicina tendo cursado a especialidade de oftalmologia em Viena de Áustria, mas de igual modo, e segundo consta da sua autobiografia, nem um cliente atravessou a porta, e ele continua a escrever.A criação do seu famoso detetive Sherlock Holmes, que viria a oferecer a Arthur Conan Doyle o reconhecimento mundial, permitiu-lhe a escrita de quase 60 histórias policiais até decidir a morte da personagem, consta que com o propósito de poder enveredar por outros estilos literários como a ficção científica, a novela e o romance histórico, peças de teatro e poesia.Conan Doyle envolveu-se também em questões políticas, assinando panfletos e textos patrióticos em defesa do papel do Reino Unido na África do Sul que lhe terão válido o título de "Sir". Chegou a ser candidato ao Parlamento Britânico por duas vezes através do Partido Unionista Liberal, sem sucesso, no entanto, pois apesar de um volume significativo de votos, esses foram insuficientes para o eleger.Uma faceta menos reconhecida a Conan Doyle foi a de espiritualista, que lhe valeu imensos debates e contradições, nomeadamente com o famoso mágico Harry Houdini que insistiu em transmitir a Conan Doyle que tudo era ilusão, enquanto o escritor se manteve fiel à ideia de que a componente do oculto era a causa dos processos da magia. E assim escreveu vários livros sobre o espiritualismo e o ocultismo, o que levou a que seus livros fossem proibidos na União Soviética por décadas devido à proibição de práticas do ocultismo que vigorava.Viria a falecer a 7 de julho de 1930 aos setenta e um anos vítima de ataque cardíaco.