O QUILOMBO - forma de resistência histórica dos escravos Um breve ensaio no exemplo de Palmares
-
- Taschenbuch
- eBook ausgewählt
-
Form:Einzelkauf Download
-
Sprache:Portugiesisch
13,99 €
inkl. gesetzl. MwSt.Beschreibung
Produktdetails
Format
Kopierschutz
Nein
Family Sharing
Nein
Text-to-Speech
Nein
Erscheinungsdatum
20.05.2008
Verlag
GRINSeitenzahl
18 (Printausgabe)
Dateigröße
721 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
9783638051149
No Brasil, genericamente, quando se fala em quilombos logo se aciona a idéia de negros fugitivos que se escondiam no meio das florestas. Isto deve-se a uma interpretação datada de 1740, quando o Conselho Ultramarino consultado pelo rei de Portugal sobre esses grupos sociais respondeu que Quilombo seria "toda habitação de negros fugidos, que passem de cinco, em parte despovoada, ainda que não tenham ranchos levantados e nem se achem pilões nele".
Este trabalho pretende dar uma visão geral sobre os "quilombos" brasileiros e em particular, no exemplo da maior manifestação de rebeldia contra o escravismo na América Latina: Palmares. "Of all of the historical examples of slave protest, Palmares is the most beautiful, the most heroic. It is a black Troy, and its story is an Iliad." (Oliveira Martins)
O trabalho presente tem o objetivo de aprofundar esta citação. No segundo capítulo será introduzido o tema: escravismo negro no Brasil. Já no terceiro e quarto capítulos, será definido e caracterizado o quilombo no contexto brasileiro, servindo de base para descrever, mais especificamente, no quinto capítulo, o quilombo de Palmares. Para finalizar, no sexto, serão dadas algumas informações sobre a significação dos quilombos na população negra no Brasil contemporâneo.
Kundinnen und Kunden meinen
Verfassen Sie die erste Bewertung zu diesem Artikel
Helfen Sie anderen Kund*innen durch Ihre Meinung
Kurze Frage zu unserer Seite
Vielen Dank für dein Feedback
Wir nutzen dein Feedback, um unsere Produktseiten zu verbessern. Bitte habe Verständnis, dass wir dir keine Rückmeldung geben können. Falls du Kontakt mit uns aufnehmen möchtest, kannst du dich aber gerne an unseren Kund*innenservice wenden.
zum Kundenservice