
O mal e o livre-arbítrio
Algumas considerações sobre o conceito de voluntas no de civitate dei, xiv, de Agostinho de Hipona
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Ao falarmos da experiência humana da finitude e da necessidade de uma ordenação para a infinitude absoluta, compreendida como locus onde a natureza e a identidade do homem podem ser verdadeiramente restauradas, isto é, ao falarmos da compreensão do lugar da alma humana na hierarquia do mundo reconhecendo sua natureza dinâmica e a necessidade de uma ordenação para Deus, buscamos apresentar aqui a cosmologia agostiniana. Bem como, ao tratarmos do problema do reconhecimento da debilidade e da dependência humana, do esvaziamento de si por meio de um movimento de ruptura e afastamento de s...
Ao falarmos da experiência humana da finitude e da necessidade de uma ordenação para a infinitude absoluta, compreendida como locus onde a natureza e a identidade do homem podem ser verdadeiramente restauradas, isto é, ao falarmos da compreensão do lugar da alma humana na hierarquia do mundo reconhecendo sua natureza dinâmica e a necessidade de uma ordenação para Deus, buscamos apresentar aqui a cosmologia agostiniana. Bem como, ao tratarmos do problema do reconhecimento da debilidade e da dependência humana, do esvaziamento de si por meio de um movimento de ruptura e afastamento de si no que tange à busca da felicidade e da incapacidade de superar por si os limites de sua finitude, exibimos a psicologia agostiniana. Ambas apontando, por assim dizer, para uma filosofia moral. Nesta agenda, o tema da quietude espiritual, horizonte da trajetória humana, explora, há um só tempo, a Filosofia Racional, a Filosofia Lógica e a Filosofia Física, conforme a tripartição estoica clássica, da qual se serviram diversas escolas e doutrinas na Antiguidade, subordinando diversas áreas do conhecimento ao tema da interioridade, elaborando uma filosofia moral específica para compreendê-la.