
A Ciência do Romantismo
À procura da Natureza
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Se a maioria dos currículos mantém a Arte e a Ciência em campos separados, a história não faz tal distinção. O Movimento Romântico começou como um ramo científico que cresceu para ultrapassar as imitações das ciências do século XVIII. Em reacção contra as antigas tradições, as ciências do Iluminismo separavam o factual do moral, e representavam o homem e a natureza em termos tão gerais e abstractos que o particular e o concreto eram praticamente excluídos. Para o romântico essas exclusões impediram o indivíduo de experimentar todo o potencial da sua relação com as coi...
Se a maioria dos currículos mantém a Arte e a Ciência em campos separados, a história não faz tal distinção. O Movimento Romântico começou como um ramo científico que cresceu para ultrapassar as imitações das ciências do século XVIII. Em reacção contra as antigas tradições, as ciências do Iluminismo separavam o factual do moral, e representavam o homem e a natureza em termos tão gerais e abstractos que o particular e o concreto eram praticamente excluídos. Para o romântico essas exclusões impediram o indivíduo de experimentar todo o potencial da sua relação com as coisas exteriores. A filosofia romântica surgiu em parte para corrigir a visão científica ao conceber um sistema mais inclusivo que abraçasse a profundidade "verdadeira" do homem e da natureza e da sua relação. Na realidade, no entanto, as exclusões românticas realizadas semelhantes às do seu homólogo científico, pois a sua poesia não conseguiu realizar a idealização da actualidade pela qual o sujeito romântico deveria associar-se plenamente ao seu ambiente. Só através de um truque do olhar poderia o romântico fazer o mundo aparecer como o ideal que só ele pensava ser digno da sua imaginação.